A Agência Nacional de Vigilância Sanitária determinou a proibição da comercialização do azeite de oliva extra virgem da marca San Olivetto em todo o território nacional. A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU), abrange todos os lotes do produto e tem efeito imediato.
Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após a identificação de irregularidades nas informações apresentadas no rótulo do azeite, além de inconsistências cadastrais envolvendo as empresas responsáveis pela importação e distribuição no Brasil. As falhas impediram a verificação da origem e da rastreabilidade do produto, requisitos considerados essenciais para a segurança alimentar.
Entre os problemas apontados pelas investigações estão pendências junto à Receita Federal. A importadora Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda., por exemplo, teve o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) suspenso por inconsistências desde maio de 2025. Já a distribuidora Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda. teve o registro cancelado em novembro de 2024, em decorrência de encerramento por liquidação voluntária.
Diante desse cenário, a agência reguladora concluiu que não há garantias quanto à procedência e à conformidade sanitária do produto. Como resultado, foram determinadas a proibição da fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e consumo do azeite em todo o país.
A Anvisa destacou que a medida tem caráter preventivo e busca proteger a saúde da população, evitando a circulação de produtos que possam representar riscos sanitários, especialmente quando não é possível confirmar sua origem ou condições de produção.
Apesar da proibição, ainda foram identificadas ofertas do azeite em plataformas de comércio eletrônico, como Shopee e Mercado Livre. Nesses casos, não foram localizados canais oficiais de atendimento das empresas citadas nos rótulos, o que reforça o alerta das autoridades.
A orientação da Anvisa é para que os consumidores redobrem a atenção ao adquirir alimentos, especialmente em canais informais ou digitais, verificando sempre a procedência, rotulagem e regularidade dos produtos. A agência também recomenda que possíveis irregularidades sejam denunciadas aos órgãos de vigilância sanitária para investigação e adoção das medidas cabíveis.

Comentários
Neal Adams
July 21, 2022 at 8:24 pmGeeza show off show off pick your nose and blow off the BBC lavatory a blinding shot cack spend a penny bugger all mate brolly.
ReplyJim Séchen
July 21, 2022 at 10:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
ReplyJustin Case
July 21, 2022 at 17:44 pmThe little rotter my good sir faff about Charles bamboozled I such a fibber tomfoolery at public school.
Reply